O deputado federal licenciado e chefe da Casa Civil, Fabio Garcia (União Brasil), manifestou favorável a postura do Congresso Nacional em derrubar o decreto do presidente Lula (PT) que aumenta o percentual do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). A decisão do Congresso e do Governo Federal foram suspensas por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF).
Fabio contrapôs a versão de que a medida serviria para "tributar os ricos" e afirma que ela afetaria ainda mais os mais vulneráveis, a classe trabalhadora e os pequenos e médios empreendedores. Além disso, acredita que a nova fonte de receita seria para sustentar a máquina já "inchada" do governo.
"Se fosse um governo sério, teria virado essa bagunça? O problema não é falta de dinheiro. É como gastam: 38 ministérios, gastos ineficientes; e máquina pública inchada. E pra cobrir o rombo? Mais imposto pra cima de quem trabalha e empreende. Dizem que é para “tributar os ricos”. Mas quem paga é você — no pão, no remédio, no leite. O Congresso precisa resistir e proteger o trabalhador e o pequeno empreendedor", alegou.
Membros do governo defendem a tributação como instrumento para fazer "justiça social", pois os milionários e bilionários vivem de lucros e dividendos empresariais que não são tributados, e resistem às tentativas de reorganização fiscal do país. O tema colocou o presidente em rota de colisão com o Congresso, deixando a relação ainda mais desgastada, principalmente, por recorrer ao STF.
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